31/03/2009

Outra Música

Outro estilo ,outros intérpretes,mas muito boa música.
Tom Jobim,excelente músico e compositor,Elis Regina,intérprete genial,juntos numa música lindíssima com uma letra fabulosa.



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30/03/2009

Os filhos e os enteados

O espanhol Jaime Giménez Arbe, conhecido como "El Solitário",foi condenado a 3 meses e 15 dias de prisão, por injúrias agravadas.


O Senhor Doutor Henrique Silveira, faz crítica(?) cultural na rádio pública e nunca mais é preso.

"Uns são filhos ,outros enteados"

Assinado
Zé Ruhiger

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29/03/2009

Sexo fraco?????Daaaaa!!!!????

Pois é...!Eu já nem faço comentários!
Apreciem.


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28/03/2009

Bravo Doutor Silveira!!!!!

No seu último post o Senhor Doutor tirou-me as palavras da boca.Eu não conseguiria fazer melhor.A crítica feita ao Ministro da Cultura,assenta fantástica, espantosa,tonitruante e hermeneuticamente no próprio Doutor Silveira.Basta trocar algumas palavras e fica assim:

Henrique Silveira [crítico profissão trocada], é todo ele um fórum, é todo ele um penteado, é todo ele um fórum penteado, é todo ele um discurso, é todo ele um discurso penteado, é um discurso em forma de fórum, é um penteado em forma de discurso. A sua crítica musical é toda ela um fórum, um fórum penteado, uma crítica musical em forma de penteado, é um fazer mais com menos em forma de penteado, é uma franja no topo de um fato, um fato penteado em forma de fórum. É assim a crítica musical de Henrique Silveira [crítico profissão trocada], uma crítica que é discurso em forma de franja em cima de um fato. Toda ela um penteado, toda ela um fórum.
Que grande crítico, o deste penteado!
Que bela crítica, esta franja!

P.S. Sim!Sim!Eu sei que o Senhor Doutor Henrique Silveira também anda todo penteadinho e aprumadinho!!!

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27/03/2009

Coitadinho do Senhor Doutor...!

Vejam como ficou o Senhor Doutor Henrique Silveira com a encenação da "Salomé" no S. Carlos.

"...uma merda para tomates podres ...(sic)"
Ficou tão desconsolado que precisa de muitas festinhas "nos cabeço".

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Estimo as melhoras Senhor Doutor!

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26/03/2009

Mozart e a Flauta Mágica - Interessante!

Recebi de um amigo gnóstico e melómano, o seguinte texto que passo a publicar enquanto não chega a crítica(?) da ópera "Salomé" de R. Strauss,feita pelo Reverendíssimo Senhor Doutor Henrique Silveira.



"A Flauta Mágica, obra musical de Mozart, tem dois aspectos fascinantes: a história, quase infantil, que raramente chega às crianças, e a música que há 200 anos fascina os adultos.

Se a história de Lewis Carrol "Alice no País das Maravilhas", desafia claramente o leitor pela sua riqueza simbólica, dificilmente cifrada pelo adulto, a Flauta Mágica tem sido considerada, para os não-iniciados, como uma história simplória, com versos medíocres, com uma moral primária e corriqueira.

O libreto de A Flauta Mágica parece ter escrita em 1731, relacionada com os Mistérios Egípcios. O próprio Mozart, como iniciado maçom, a conhecia certamente.

Eis a história: Um príncipe (Tamino), e um caçador de pássaros (Papagueno), atendendo ao apelo de uma rainha (a Rainha da Noite), tentam resgatar a princesa (Pamina), seqüestrada num castelo.

Para cumprir essa missão, Tamino e Papagueno recebem da Rainha da Noite, por intermédio das suas damas, um carrilhão e uma flauta mágicos, além de três gênios que serviriam de guias. São representados, na ópera, por três crianças.

Por caminhos diferentes, Tamino e Papagueno chegam ao palácio de Sarastro. Pamina está lá, realmente prisioneira, atormentada por um escravo mouro de Sarastro (Monostatos), que já tentara violá-la na ausência do amo.

Chega Papagueno e Monostatos foge. Entretanto, Tamino discute com um sacerdote do templo de Sarastro: este lhe diz que Sarastro não é mau, mas nobre e justo, e que um dia, ele, Tamino, compreenderá tudo. Isso abala completamente os propósitos iniciais de Tamino.

Os três acabam presos quando Sarastro chega. Manda chicotear o escravo, explica a Pamina que sua mãe, a Rainha da Noite, é uma mulher perigosa e determina que Tamino e Papagueno sejam submetidos às duras provas no templo, como, por exemplo, a prova do silêncio.

Se passarem por tais provas, entrarão para a irmandade. Tamino receberá ainda a mão de Pamina e Papagueno o que ele mais deseja na vida: uma mulher para se casar. Entretanto, Pamina, adormecida, desperta a luxúria de Monostatos. Mas chega então a Rainha da Noite e mostra que Sarastro tinha razão: ela aterroriza a filha e lhe dá, cheia de ódio, um punhal, para que assassine a Sarastro. Depois desaparece.

Monostatos, que viu tudo, chantageia Pamina. Contudo, chega Sarastro, que expulsa o mouro e tranqüiliza a rapariga, dizendo que naquele templo não há lugar para a vingança. Enquanto isso, Tamino vai passando nas provas, mas Papagueno não consegue sequer ficar calado. Acaba por ser expulso do templo. Pamina vai encontrar-se com o príncipe e não compreende que ele não lhe resposta. Julga que Tamino não mais a ama, fica desesperada, pensa em suicidar-se com o punhal - mas é impedida pelos três gênios. Volta ao templo e tem permissão para acompanhar Tamino nas suas últimas provas: a do fogo e a da água - o que os dois conseguem superar com sucesso, protegidos pelo som da flauta mágica.

Vagueando pelos bosques, Papagueno, inconsolado e cômico, pensa também no suicídio, mas também ele é salvo pelos três gênios. Sugerem-lhe que ele, Papagueno, toque o seu carrilhão mágico: ao som do instrumento aparece-lhe o que mais desejava: uma companheira.

Na escuridão da noite chegam a Rainha da Noite e o seu séqüito, guiados agora por Monostatos, que se aliou contra Sarastro, ante a promessa da mão de Pamina. Vão destruir o templo e matar Sarastro e os sacerdotes. Mas estes irrompem com um poder descomunal e aniquilam as pérfidas criaturas. Pamina e Tamino casam-se com grande pompa e com muitas congratulações pela sua coragem, fidelidade e virtude".

O libreto fascinou tanto o rosa-cruz Goethe que ele se propôs a fazer com ele o mesmo que fizera com a sua obra-prima Fausto: escrever uma segunda parte. Em resumo, a história é essa.

Comecemos o estudo pelo simbolismo do número das personagens: são nove. Dentro da simbologia gnóstica, o número é chave para a compreensão de múltiplos mistérios, tanto no microcosmos quanto no macro.

O príncipe Tamino é verdadeiramente o herói da história. Ele representa a todos os Iniciados (homens e mulheres), que realizam em carne própria a Grande Obra, a Magnus Opus. Logo nos primeiros acordes surge Tamino numa situação incrível: a fugir de um dragão (uma serpente, no texto original). Essa Serpente-Dragão representa as forças caóticas da natureza, as forças do Ego. A representação de uma personagem de Mozart é sempre feita de modo que qualquer pessoa a compreenda de imediato.

As primeiras palavras de Tamino, que grita por socorro, é um autêntico aviso do autor de que vamos entrar num território, inédito aos olhos do não-iniciado. Reside aqui precisamente a falta de compreensão desta obra musical. É que ela trata de segredos iniciáticos, que não são do conhecimento vulgar.

A segunda personagem é a princesa Pamina. Tamino, o príncipe, apaixona-se ao ver o seu retrato. Muito se tem escrito sobre esta dualidade, Tamino-Pamina. Quando Tamino vê o retrato, canta uma ária lindíssima. Serviu de fundo musical ao filme O Enigma de Kaspar Hauser. Pamina representa nossa Alma Divina, a Consciência, adormecida e presa pelo Ego e pela Mente.

A 3ª personagem é Papagueno. É a mais exótica, popular e sedutora. É o caçador de pássaros. É o "cão" que guia o cavaleiro, é o instinto que nos auxilia a trilhar corretamente o Caminho.

A 4ª é Monostatos, o criado mouro. (No filme, a cena entre Monostatos e Pamina foi alterada em relação ao original. Bergman substituiu as ameaças e a tentativa de Monostatos apunhalar Pamina por uma única, curta e sibilante entrada do mouro, muito no seu estilo.)

A 5ª, 6ª e 7ª personagens são as três crianças, os 3 Reis Magos, os dois Vigilantes e o Guardião da Maçonaria. Guiam Tamino, informa-no como deve escolher e as atitudes de firmeza que devem adotar, mesmo as de obediência. Quando Pamino pensa no suicídio, essas personagens fazem a ele ver que não conhece verdadeiramente a situação e a inutilidade do seu tresloucado ato.

O mesmo acontece a Papagueno, a quem explicam que nem tudo está perdido e ainda há alguma coisa por que lutar.

7ª A 8ª e 9ª personagens são a Rainha da Noite e Sarastro.

A explicação esotérica: A Flauta Mágica inicia-se com três acordes majestosos, que se referem aos três passos ou graus fundamentais de todos os ensinamentos iniciáticos, e também aos 3 degraus de todos os altares místicos. O terceiro acorde corresponde aos três toques do candidato, quando a procura a porta do templo. A esses acordes segue-se, no original, uma marcha solene, preparada para instrumentos de metal, que simboliza o caminho a percorrer pelo Candidato, pelo Aprendiz.

O caminho é longo e o trabalho, cansativo. Mas o aspirante digno chega ao ponto culminante e torna-se um Iniciado. Na abertura, descrevem-se vários processos pelos quais a Pedra Bruta se transforma numa pedra trabalhada e viva. A abertura finaliza com a repetição das três pancadas ou acordes. Essa cena desenrola-se no Egito, num campo aberto, perto do Templo de Ísis. Tamino, quando entra em cena, é perseguido por um dragão, símbolo dos desejos inferiores, egóicos. Faz uma prece e cai inconsciente. Surgem três jovens cobertas por véus. Simbolizam a purificação do corpo físico, do corpo de desejos e da mente, são os mesmos símbolos dos 3 cravos da cruz crística (os 3 graus de purificação pelo Fogo da Kundalini). A morte do dragão indica que Tamino alcançou a vitória sobre sua própria natureza inferior.

Tamino e Papagueno encontram-se. Logo depois surgem as três jovens que repreendem Tamino por reivindicar a morte do dragão, porque na verdade quem mata o Dragão não somos nós, mas uma força sagrada superior à mente. (Que Força será esta?) Dão a Tamino o retrato de Pamina, a filha da Rainha. Pamina representa a natureza espiritual do ser humano, Budhi, a Bela Adormecida ou a Consciência Espiritual, que é correntemente representada por uma figura feminina - como vemos nos textos de Salomão e de Camões. Quando o discípulo se aperfeiçoa na busca e começa a sentir a maravilhosa beleza superior, se lhe dedica e consagra, realiza-se o que chamamos bodas místicas ou bodas de Canaã.

As três jovens informam a Tamino que foi escolhido para libertar Pamina, subjugada pela magia negra. Há um ensurdecedor barulho e surge a Rainha da Noite. Com palavras extremamente solenes relata o desaparecimento de Pamina, sua filha. Reconhece a piedade e sapiência de Tamino que considera capaz de a salvar. O cenário escurece de novo. É então que no aspirante se começa a desenvolver a clarividência. Esta visão permite-lhe ver os mundos internos ou superiores. A pergunta que Tamino faz é a mesma de todos os aspirantes: "É verdade aquilo que vejo? Ou será apenas ilusão?". O segundo ato começa com uma marcha solene, com música para instrumentos de sopro. Os sacerdotes, acompanhados por Sarastro, querem saber qual o objetivo da vinda de Papagueno.

Este responde-lhe que não se preocupa com a sabedoria, que apenas lhe interessa comer e beber. Tamino, por seu lado, deseja a sabedoria e, também, unir-se a Pamina. Há poucas pessoas, como Tamino, dedicadas ao serviço da Sabedoria! As três jovens experimentam Tamino, tentando-o convencer de que Sarastro lhe prepara uma traição. Tamino nega-se a ouvi-las. É que em tempos de crise as forças unem-se para impedir o espírito de alcançar a luz e confundi-lo, separando-o da fonte de sabedoria. O segundo ato, na sua maior parte, é dedicado às provas do Aspirante. Esta cena termina com uma magnífica ária de Sarastro. Cada instituição que se dedica ao estudo das leis divinas cria uma força dinâmica que pode ser utilizada para construir ou destruir. É da máxima importância que cada grupo aprenda a pôr em prática a seguinte regra: "viver e deixar viver". A prudência é a melhor arma para combater qualquer tendência para a bisbilhotice, ciúmes, inveja ou ódio. Se isso for negligenciado, haverá discórdias, dissidências e, por fim a destruição. As jovens oferecem-lhe então uma flauta mágica, o símbolo dos poderes latentes do espírito, da divindade adormecida no homem. (Lembre-se da flauta de Krishna, com 7 orifícios, e que ele utilizava para encantar bestas, homens e deuses.) O mago negro, Monostatos, símbolo dos poderes do espírito usados incorretamente, arrasta Pamina. Atira-a para um caldeirão e ordena a três escravos que a prendam. Os três escravos são os corpos internos inferiores (de desejos, mental e causal), chamados também de Os 3 Demônios (Judas, Pilatos e Caifás), relacionados com os prazeres inferiores, com o medo e a ignorância. Quando o cenário muda, vêem-se três templos: o da Razão, à direita; o da Natureza, à esquerda e o da Sabedoria, no meio. Os três templos representam as três forças distintas: a masculina, a feminina e a união de ambas, isto é, a força masculina, a beleza feminina e a sabedoria, que é filha das duas. Representam também as Três Montanhas, ou graus de liberação absoluta do Mestre: a Montanha da Iniciação, a da Ressurreição e a da Ascensão. Aparece depois um sacerdote idoso e Pamino sabe que está no Templo de Sarastro, o Sacerdote do Sol, o mago branco ou o Iniciado-Condutor. Explica-lhe que vivemos cercados de estímulos aos quais se reage conforme a espiritualidade que se tem. É assim que tem de começar o trabalho de auto-aperfeiçoamento. A lei fundamental diz que a verdadeira ação esotérica só pode ter sucesso se for baseada na união com o espírito. A pedra fundamental de todas as sociedades ocultistas iniciáticas pode ser encontrada nas palavras de Sarastro: "Nestas amplas galerias não se conhece vingança", que não são, afinal, mais do que a repetição daquelas que lemos nas obras dos grande iniciados. A cena final começa numa quase total escuridão. A Rainha da Noite aproxima-se de Monostatos, que leva uma tocha. Ouve-se um grito de pavor e surge Sarastro e os sacerdotes, Pamina e Tamino. Nesta ópera, Mozart descreve a senda do candidato, que procura a luz, "pobre, nu e cego" (como todos nós, míseros seres lunares). Demonstra os passos do Caminho, as suas Provas, nas quais se prepara o espírito para se tornar digno de entrar no Templo (Interior), naquele templo verdadeiro, que é feito sem ruído de pedra nem de martelo, em que a luz do conhecimento permanece eternamente."



Interessante,não é?

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25/03/2009

Viajando

Tenho estado um pouco ausente porque andei "viajando pelo futuro" e vejam só quem eu encontrei!O meu amigo Richard Buckley um pouco mais velho, cheio de genica a batucar numa tábua!!!!!!

Ora vejam lá!

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Eh!Eh!Eh!Eh!

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18/03/2009

Estamos Tramados!!!!

Já não falta muito,ou pelo menos já faltou mais,para estas máquinas nos substituirem.
Se ainda cá estiver,quero ler a crítica(?) que o Doutor Silveira irá escrever.
Será que vai embirrar com a cor do executante,ou será que os sapatos não são próprios para concerto?
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No coments!

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17/03/2009

Elas "andarem" aí!!!!

Atenção indígenas masculinos!Estamos a ser(bem)ultrapassados!

Primeiro uma trompista.Agora esta trompetista!!!!E vão aparecer mais!!!!!

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Só tenho uma palavra para descrever o que acabámos de ver e ouvir:
Tonitruante hermeneutica(seja lá o que isto queira dizer!!!???)

E nós a fazer a isto!!!????


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Assinado
Zé Bewegt

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16/03/2009

Força Vilela!!!!

Nunca desistir nem desmoralizar.

Acredita e continua a trabalhar.

Com paciência e perseverança muito se alcança
Autor: Gautier , Théoph


Abração do Zé Mlinsky

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O "piqueno" Zé Dicht

O meu colaborador Zé Lebhaft , tem um "piqueno" sobrinho de nome Zé Dicht , que gostou imenso do concerto da OSP no dia 27 /02/09.

"Gala Vienense"

Assim sendo,vem o "piqueno" Zé Dicht,como forma de agradecimento pelos momentos inesquecíveis que passou naquele concerto, dedicar este vídeo a todos aqueles que participaram na Gala.


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15/03/2009

Pachelbel Canon

Peço perdão aos "puristas", mas gostei de ouvir e gostava que ouvissem!
Um estilo diferente daquele a que estamos habituados,mas igualmente interessante musicalmente e com um belíssimo guitarrista.
É bom ouvir outras coisas,tocar outros estilos,brincar com a música.Faz bem à alma!!!


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13/03/2009

Saudades

Enquanto o Doutor Henrique Silveira anda entretido a dizer mal dos concertos na Gulbenkian(deve ser moda nova!!!!),aproveito a folgazita dos ensaios para rever e partilhar convosco este esfíngico e tonitruante(como diria o Doutor Silveira) cartoon.
Pelo menos a minha geração adorava estes desenhos animados de Hanna&Barbera.

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Lembram-se agora?Sentimos ou não saudades desses tempos?
Será que ouvi "bis"?
Então tomem lá mais um e já com crítica do Doutor Silveira!
Diz ele que este cartoon"...é transgredido, desconstruído, esfumado, vincado por elementos de géstica absurda ou fora de contexto: apontar enfaticamente e repetidamente o céu ou o público ou a teia, usar máscaras de recortes sem sentido, desmaterializando, acabar com as marcações, entradas e saídas, esbater qualquer relação entre o vazio e o cheio, mobilar confusamente toda a estrutura cénica criando uma "possível" desconstrução, esbatimento, dissolução do texto através de barroquismos visuais prolixos. Usar elementos de “série B” que desligam a acção da verosimilhança, quase uma distância brechtiana mas sem a força dramática e o despojamento moderno da mesma. Tudo elementos post modernos avulsos, sem um verdadeiro propósito desconstrutivista no sentido revelador do termo oculto, da leitura profunda, sem uma desleitura...".

What's Opera, Doc Silveira?????


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08/03/2009

Não resisto

Alguns já devem conhecer,outros não fazem ideia de que existe!
Muita imaginação,bons actores,excelentes instrumentistas e excepcionais músicos!
Por isso deixo aqui 2 vídeos deste quarteto de cordas divinal.

Este é uma espécie de cartão de visita!
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E este é o meu preferido!!!!!!
Fantástica a imitação do som de um gramofone!

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Se gostaram,podem ver mais aqui.

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07/03/2009

Três perguntinhas inocentes

Chegando a casa ,reparei que o Doutor Henrique Silveira tinha escrito um post com seguinte título:

Vigarices
Apesar de ter razão,é muito curioso e muito pertinente a maneira como termina a sua "reflexão":
"(...)A não ser que ter andado a roçar o traseiro pelo parlamento, pelas secretarias de Estado e alguns ministérios seja qualificação para ser gestor de um grande banco."

E roçar o traseiro pelas cadeiras de alguns teatros de ópera é qualificação para criticar técnica e musicalmente maestros,músicos e principalmente a OSP????(e os sapatos?e os tops?)

E roçar o traseiro pelas cadeiras de alguns teatros de ópera é qualificação para afirmar que a OSP deveria ser extinta????

E roçar o traseiro pelas cadeiras de alguns teatros de ópera é qualificação para ser comentador e crítico(?) musical num programa na rádio pública?????

Eu cá, jogo pelo seguro!O meu cuzinho não roça em lado nenhum!!!!!

Assinado
Zé Ruhiger

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06/03/2009

Concerto Teatro Municipal de Almada

O Zé Schnell esqueceu-se,mas o Zé Lebhaft estava atento e informa que o concerto referido no post anterior, repete-se no dia seguinte,dia 8 de Março,no Teatro Municipal de Almada,também às 16h.
Ai,este Zé Schnell...!!!!!Começa bem!!!!!!Se continuas assim ,como castigo vais colaborar com o Doutor Silveira.

Assinado
Zé Mlinsky

P.S. Hoje estou contente!!!!!!


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Concerto Comentado para Famílias no S. Carlos

Informa o Zé Schnell(porque estamos atrasados e tem de ser depressa), que no dia 7 de Março(amanhã) pelas 16h em Lisboa,teremos no S. Carlos um "Concerto Comentado para Famílias" pela a OSP e o Coro do TNSC.
Será interpretada a obra de Luís Tinoco - "Contos Fantásticos para Narrador e Orquestra" em que ,salvo erro ,terá os comentários a cargo do próprio Luís Tinoco e a "Fantasia Coral em Dó menor" de Beethoven,para piano,coro e orquestra em que o pianista será o António Rosado.
A peça do Tinoco é bem conseguida,bem-disposta em que a orquestra,além de tocar(como é evidente!!!???) participa também de outras formas !E mais não digo senão ainda pareço o crítico(?) musical.(daaassss!!!!!!!!!!)

Assinado
Zé Schnell

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04/03/2009

Novos colaboradores

Caros colegas,amigos e leitores,


Informo que,desde o início dos ensaios(dia 12/03/09)da ópera "Salomé" de Richard Strauss ,cuja história podem ver  aqui, e até ao final das récitas(dia 29/04/09) e das críticas ,vou contar com 4(quatro) colaboradores que certamente me irão ajudar a escrever os posts ou serem os próprios  a assinar alguns.
Assim sendo ,além de mim(Zé Mlinsky),passo a apresentá-los:

Zé Schnell

Zé Lebhaft

Zé Ruhiger

Zé Bewegt

Desejo boa sorte aos quatro Zés e que me ajudem a suportar a verbosidade inútil  que vem da parte súpero-anterior do encéfalo do Doutor Henrique Silveira.

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02/03/2009

Camisas limpas,Tops Pretos e Macacadas

Que pena!!!!!O Senhor Doutor Henrique Silveira estava tão bem numa de poesia e agora lá voltou ele à crítica(?) musical e desta vez sua Excelência foi ouvir a Orquestra Nacional do Porto.
Notei ainda ,que nesta crítica(?),além de crítico(?) é também Arquitecto(...A falta de profundidade do palco é um gravíssimo erro de concepção,...).
Engenheiro Acústico(...o palco é largo mas muito pouco profundo... creio que seria necessária a existência de quatro degraus o que permitiria aproximar as trompas dos trompetes e trombones ficando a percussão acima de toda a orquestra. Mas é impossível colocar quatro degraus por falta de espaço...)
Especialista em Fashion Design e Estilismo(...Reparei nos sapatos dos músicos, muitos ostentam os apropriados sapatos de polimento, numa percentagem superior à média nacional, as casacas pareceram engomadas e as camisas limpas...).Camisas limpas????Esta está boa!!!Deve andar pelos bastidores a cheirar a camisinha de cada um dos músicos.E continua"... reparo também na moda feminina das senhoras de calça preta e top,... havia um grupo de quatro violinistas, as últimas dos primeiros violinos, que se apresentavam nestes preparos de fardamento que começa a ser ridículo. Porquê ceder a este facilitismo e a esta uniformidade acéfala na indumentária?Acéfala na indumentária???????Mas isto tem algum nexo ou ele andou a comer sabão azul e branco outra vez?"Top preto e calça preta não é compatível com casaca masculina nem é roupa de cerimónia. Nem para as criadas seria aceite..."
Adiante!
Escreve o Doutor Silveira tentando realçar toda a sua verborreia cultural:
"...Reparei entretanto que na Casa da Música Shostakovitch se escreve com "C".
E está correcto como podem ver clicando no nome Dmitri Chostakovitch
Дмитрий Дмитриевич Шостакович(Dmitri Dmitrievitch Chostakovitch).Ш-esta letra no alfabeto russo lê-se ch ,portanto,o correcto será Chostakovitch.
E vamos ficar por aqui!!!!
Parafraseando um bocadinho, diria que,o Doutor Henrique Silveira prova repetidamente, pelo que tem escrito, que é o único crítico(?) musical que demonstra ser um inadaptado social a escrever um molho de macacadas!
"...A orquestra demonstrou uma perfeita maturidade, densidade sonora, articulação entre os naipes, qualidade dos solistas.",e um pouco mais abaixo"..notei desacertos entre trompas e trombones, por falta de comunicação separadas por clarinetes e fagotes, as trompas do lado esquerdo e os restantes metais do lado direito da percussão."
Então????Perfeita maturidade,articulação entre os naipes,etc. e depois já existem desacertos e faltas de comunicação?
Sendo assim...!Vou parafrasear outra vez:
Uma crítica normal que mostra um Doutor Silveira a um "bom" nível. Como eu escrevi acima: O Doutor Henrique Silveira é o único crítico(?) musical que demonstra ser um inadaptado social a escrever um molho de macacadas!

P.S. (Secção não jocosa) Única frase,em toda a crítica do Doutor Silveira, que é realmente verdadeira e a ter em conta:"Recomendo a ONP como um valor seguro que proporciona concertos de qualidade ao seu público."

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"A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição."
Aristóteles

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